Wednesday, February 14, 2007

porque é que são os intérpretes das instituições europeias quem escolhe quem será interprete lá? que sentido é que tem? os intérpretes não vão consumir o nosso trabalho, não vão ser a fonte do nosso trabalho (ó pra ela, a dizer nosso, como se soubesse que ia ser interprete lá...humpf...). não faria mais sentido que fosse quem vai ouvir-nos que nos avaliasse? que nos avaliasse quem fosse o receptor do nosso produto? ou quem faz os discursos, para ter a certeza que somos fieis ao que dizem, que gostam das escolhas que fazemos para passar a mensagem que não é nossa, mas deles? ou, ok, melhor ainda, uma mistura das três coisas.
ando a pensar muito e mil no meu futuro profissional. a fazer mil equações na cabeça - e acho que poucas vezes me tinha acontecido antes, estar tão embrenhada e tão empenhada num curso, num futuro que acho mesmo que quero que seja o meu. é fixe. (hmm, quer dizer, em linguagem de intérprete, tem aspectos cujo carácter positivo gostaria de sublinhar;-) )