Monday, March 06, 2006

Penso que talvez nos devêssemos todos levar mais a sério. Não, talvez não no que recebemos, mas mais no que nos propormos a dar. Não deviam perguntar estas coisas se não querem tempestades emocionais nos recém-chegados voluntários.
E o mesmo se aplica também, e sobretudo, a mim.
Quando vou parar de oferecer o que não quero dar? E esconder o que quero dar? Quando vou aprender a ser honesta, não ser mais nem menos do que sou? Ser, e deixar-me ser?

Oiço dizer uma voz sensata na minha cabeça: quando souberes isso tudo, minha querida, estarás pronta para morrer.

Quando começo um jogo, quero levá-lo até ao fim – e, portanto, pensar bem que jogos quero jogar.